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Liderança de tecnologia as a service · CTO · CPO · Head

Uma liderança de tecnologia na sua diretoria. Sem contratar um C-level.

CTO, CPO ou head de tecnologia como serviço: um par da diretoria que gere o orçamento, a estratégia, os fornecedores e o time de tecnologia da sua empresa. No formato híbrido: online e presencial.

OrçamentoEstratégiaFornecedoresTime
Resposta em até 1 dia útil
Um caso real

O projeto tinha dinheiro, tecnologia e mão de obra. Faltava a cadeira.

Fornecedor de tecnologia

Um SaaS com o produto certo para uma operação de criação de animais no agronegócio. Pronto para vender.

Software house

Gente para as APIs, os processos, o tratamento de dados e a implantação. Pronta para entregar.

A empresa

Orçamento aprovado. O decisor, um CFO, não assina: não há quem lidere o projeto internamente nem quem absorva a tecnologia depois.

O projeto não sai porque não há uma liderança de tecnologia do lado do cliente. Não é falta de dinheiro, de produto nem de mão de obra: é falta de quem sente à mesa como par da diretoria, assuma o orçamento, coordene os dois fornecedores e faça a empresa absorver a mudança. É exatamente essa cadeira que a AD/85 oferece como serviço.

É para a sua empresa se…
1

Sua empresa tem orçamento e já tem fornecedores de tecnologia na mesa, mas ninguém dentro de casa para conduzir o projeto.

2

As decisões de tecnologia ficam na mão de quem vende: SaaS, software house ou integrador definem o escopo, o prazo e o preço.

3

Quem decide (CEO, CFO, dono) não tem um par técnico e adia o projeto porque não consegue absorver a mudança.

O que a liderança assume

Orçamento, estratégia, fornecedores e time. Na mesma cadeira.

01

Orçamento de tecnologia

Plano, priorização e controle do budget de tecnologia: o que entra, o que espera, quanto custa e o que retorna.

O que mudaA diretoria enxerga o gasto e o retorno.
02

Estratégia e rota

Estratégia digital traduzida em rota executável, com prioridades, indicadores e cadência de decisão.

O que mudaDecisão de tecnologia com um par técnico à mesa.
03

Gestão de fornecedores

SaaS, software houses e integradores com escopo, contrato, entregas e qualidade sob controle — do lado do cliente.

O que mudaQuem vende deixa de definir o projeto.
04

Liderança do time

Liderar, estruturar e formar o time interno de tecnologia, para a empresa absorver a mudança e não depender de ninguém.

O que mudaA capacidade fica na empresa.
Como funciona

Entra como par da diretoria. Sai quando o time assume.

Entrada[N] semanas

Diagnóstico e plano de 90 dias

Imersão em estratégia, processos, gestão, tecnologia e pessoas. Sai a rota, o orçamento e o plano de fornecedores.

Operaçãomensal

Cadeira na diretoria, híbrida

Rituais semanais online, presença [N]x por mês, comitê mensal de tecnologia com a diretoria. Orçamento, fornecedores e time sob a mesma liderança.

Transiçãoquando fizer sentido

O time assume

Sucessor interno formado ou continuidade em cadência menor. Governança e indicadores ficam com a empresa.

Comparação

Contratar um C-level ou ter a liderança como serviço?

Contratar um C-levelLiderança as a service
Tempo até começar3 a 6 meses de contratação[N] semanas
CustoSalário de C-level + encargos + bônusMensalidade previsível, por escopo
RiscoContratação errada custa um anoEscopo ajustável; sai quando o time assume
ExperiênciaUma carreiraRepertório de projetos em negócio, produto e operação
FormatoPresencial, tempo integralHíbrido: online e presencial
Perguntas frequentes

Antes de começar.

É um CTO terceirizado?

É uma liderança de tecnologia que atua como par da diretoria, com responsabilidade sobre orçamento, estratégia, fornecedores e time. O título (CTO, CPO, head) segue a necessidade da empresa.

Vocês substituem a software house ou o SaaS?

Não. Fazemos o projeto acontecer do lado do cliente: definimos o escopo, contratamos e gerimos os fornecedores certos e garantimos que a empresa absorva o resultado.

Funciona a distância?

O formato é híbrido: rituais e acompanhamento online, presença física em cadência combinada ([N]x por mês) para diretoria, time e fornecedores.

E quando a empresa não precisar mais?

Esse é o objetivo. A transição forma um sucessor interno ou reduz a cadência; governança e indicadores ficam com a empresa.

+++

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